Swoon é o livro mais bizarramente bom que eu já li.

Na pequena cidade de Swoon, Connecticut, todos têm orgulho de suas raízes e traduções sulistas. Recém-chegada de Nova York, Candice se destaca terrivelmente ali. No equinócio de outono, porém, suas habilidades psíquicas secretas se tornam úteis quando a prima, a doce Penélope, é possuída pelo espírito de um jovem da era colonial, injustamente enforcado pela morte de sua noiva. Agora, Candice terá que ajudar sua prima e tentar solucionar o mistério que envolve o belo e atraente rapaz.

Quem já viu o “Livros que eu vou ler #2“, sabe que Swoon estava na minha wish list. É o novo lançamento da Galera, tem uma sinopse legal e a capa é fofa demais. Só isso? Não, com certeza não!

Quando eu penso em livros bizarros (e ótimos), penso em Alice. Se você já leu as Aventuras de Alice no País das Maravilhas, sabe muito bem do que eu estou falando. Mas calma, a protagonista do livro em questão não é uma criança louca, e Swoon – a cidade onde tudo acontece – também está longe de ser o País das Maravilhas.

É difícil até descrever o livro, fazer uma sinopse que chegue aos pés da confusa, diferente e maravilhosa história de Candice, ou melhor, Dice. Swoon é uma típica cidade pequena, com aquelas famílias antigas que se orgulham de ter uma linda árvore genealógica, até que… Sinclair Youngblood Powers chega. Mas ele não chega como um cara gostosão e prepotente (apesar de ele ser assim) e sim, como um espírito na pele da prima de Dice, Penélope.

Ainda no corpo de Pen, Sinclair começa a mudar algumas coisas na cidade e Dice não demora muito para perceber que se trata de uma possessão. E quando eu digo que as coisas não demoram, eu também quero dizer que antes mesmo de Sin ganhar seu próprio corpo, Candice se apaixona por ele.

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