Archive for maio \31\UTC 2010

Um Beijo Para Valer – Mary Hogan

Comprei esse livro na Bienal, ano passado, por indicação de uma amiga e posso dizer que…

Não entrou para a minha lista de favoritos, mas é um romance leve, divertido, que faz você pensar no quanto sua vida pode mudar de repente.

Sinopse: Em um dia de verão, Libby decide que vai conseguir um beijo para valer: um daqueles de perder o fôlego e deixar as pernas fracas. Quando ela acha que finalmente vai conseguir, sua família mais do que esquisita estraga tudo. Eles vão ter que se mudar para uma cidade no meio do nada, longe de todos. E quando Libby começa a pensar que seu beijo perfeito está perdido, um conselho importante cai do céu: será que parar de tentar controlar tudo é o segredo para consertar as coisas – e para finalmente conseguir um perfeito, maravilhoso, incrível beijo para valer?

O único livro da Mary Hogan que estava na minha wish list, era Garota Perfeita. Depois de ler várias críticas que não elogiaram muito bem o livro, tirei ele de lá e nem me dei ao trabalho de conferir a sinopse de Um Beijo Para Valer. Ainda bem que minha amiga insistiu tanto, que eu acabei comprando.

A leitura é rápida, demorei 2 dias lendo (tem só 304 páginas) e a narrativa da Mary – Libby, melhor dizendo – é descontraída e nos apresenta diálogos engraçados e inteligentes.

A história segue um caminho diferente do que você imagina quando começa a ler, no entanto, o fraco do livro talvez sejam os personagens. Libby é uma garota como todas nós que passa por situações difíceis, isso pode ser típico mas eu adorei ela. Sua família e a avó desconhecida até certo ponto do livro é que deixaram a desejar. O que dizer então do Warren? Esperava só um pouquinho mais dele…

Minha nota é 3 estrelas. Pode não ser “aquele” livro para mim, mas para você sim!

Dica: Bocão Vermelho

Segunda é dia de diquinha de beleza. Trago um scan com dica para um bocão vermelho. Só porque é segunda, ela não tem que ser apagada, certo?


Scan - Boca Vermelha

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Questão de Estilo: Lauren Conrad


Katherine Lauren Conrad ou LC, é uma estrela de really show da televisão americana, uma designer de moda e recém autora pulbicada. Ela é mais conhecida pelo reality show da MTV Laguna Beach: The Real Orange County e pelo seriado The Hills, que mostra sua vida pessoal e profissional, como ela prossegue uma carreira na indústria da moda.
LC nasceu em Laguna Beach, Califórnia, é a mais velha de três filhos. Seus irmãos mais jovens são Breanna e Brandon. Seus pais, Katherine e Jim Conrad, que venderam sua casa em Laguna, que Jim, um arquiteto, fez. Sua mudança foi destacada durante um episódio da quarta temporada de The Hills onde Lauren, junto com Lo, retorna para casa para arrumar suas coisas. Ela estudou Laguna Beach High School, em seguida, mudou-se brevemente para San Francisco antes da sua atual residência em Los Angeles.
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[Eu vi] Filme: Sex and the City 2

Depois de uma longa espera por Sex and the City 2, ontem eu finalmente o vi. E não me decepcionei.

Não tive coragem de diminuir o glamour desse pôster!

Quem leu o post sobre As Séries da HBO sabe que eu sou fã de Sex and the City. No mesmo post eu coloquei o trailer deste 2° filme e apesar de não ter ido na estreia, fui ontem e peguei a sessão de 15h40.

O primeiro filme da série não foi exatamente o que eu esperava, portanto não entrei com muitas expectativas no cinema. O bom é que eu me enganei, porque o 2° filme foi muito melhor que o primeiro!

Sinopse: Desta vez as amigas aparecem em uma aventura ensolarada que as leva para um dos destinos mais luxuosos, exóticos e enigmáticos do planeta, onde a festa nunca termina e há sempre algo misterioso em cada esquina. Uma viagem que surge no momento perfeito para Carrie, Charlotte, Samantha e Miranda, que se descobrem envolvidas nas regras tradicionais do casamento e da maternidade, e tentam lutar contra isso.  Afinal, às vezes tudo o que você precisa é escapar com suas amigas.

A premissa pode ser fraca e por mais que a típica estratégia de “aumentar tudo” das continuações esteja presente, o filme se sai bem. Carrie está na fase dos 2 anos de casamento e não se sente bem com isso. Ela tem medo da rotina, do sofá, de ficar todos os dias pedindo comida chinesa por telefone. Já Charlotte, não consegue cumprir a tarefa de mãe perfeita e completando o problema, sua babá é atraente demais e a dúvida da traição a perturba. Miranda pede demissão de seu emprego, mas é dela que vem boa parte da diversão. E Samantha está na menopausa. Isso diz tudo! Haha.

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Músicas no Replay

Eu normalmente fico com algumas músicas na cabeça por 2 semanas, às vezes mais ou menos tempo. Pode ser aquela do Top 10 da rádio, ou aquela que meu vizinho toca sem parar. Até alguns dias atrás, Telephone não saia da minha cabeça e eu cantava o refrão várias vezes durante a aula de física. Hoje as músicas que eu não paro de dar replay são essas aqui:

Maroon 5 – Wake Up Call

Não é a primeira vez que essa música fica na minha lista. Maroon 5 é uma das minhas bandas favoritas e esse videoclipe em especial, me desperta fortes desejos de pegar o Adam emoções.

Wake up call
Caught you in the morning
With another one in my bed
Don’t you care about me anymore
?”

Muse – Undisclosed Desires

Desde que postei essa música aqui, não consigo parar de ouvir. E também viciei minha professora, minha amiga e minha mãe de tanto cantar Undisclosed Desires e falar do Muse <3

I want to reconcile the violence in your heart
I want to recognize your beauty’s not just a mask
I want to exorcize the demons from your past
I want to satisfy the undisclosed desires in your heart

Momento minha-loucura: Esse refrão me lembra muito Blood Promise e Spirit Bound (VA #4 e #5). Sabe? Rose + Dimitri Strigoi… “Eu quero reconhecer que sua beleza não é só uma máscara/Eu quero exorcizar os demônios do seu passado.” Fim do momento.

Kings Of Leon – Closer

Meu desespero por True Blood + Kings Of Leon. É isso aí que deu. Não é só a voz do Caleb que deixa essa sensação de “perigo e sedução” (?) já que a letra da música é tipo…

She took my heart, I think she took my soul
With the moon I run
Far from the carnage of the fiery sun

Driven by the strangle of vein
… Baby I’ll bleed you dry

Música bônus: Rich Girl – Gwen Stefani

Ontem eu vi Os Delírios de Consumo de Becky Bloom de novo na HBO, e essa música é o toque do celular da Becky…

E então, gostaram de alguma? Qual música você não consegue parar de ouvir no momento?

As Séries da HBO #1

Acho que não preciso fazer uma grande introdução para o post. O nome diz tudo: As Séries da HBO. Talvez uma dessas séries seja sua preferida, talvez não, mas com certeza você já viu alguma ou já ouviu falar. Elas são polêmicas, famosas, bem feitas, viciantes, maravilhosas. Se por algum acaso do destino você ainda viu nada de nenhuma destas séries, está perdendo tempo!

Sex and the City

Carrie Bradshaw, Charlotte York, Samantha Jones e Miranda Hobbes transformaram a televisão e a vida de muitas mulheres, apresentando-lhes algo novo e provocador nunca antes visto. Estávamos em 1998 quando Sex and the City surgiu mostrando o quê muitas pessoas precisavam ver: sexo. Não, não estou falando de filmes pornôs nem nada parecido. As mulheres, principalmente, precisavam se identificar com personagens que tinham problemas amorosos mais complicados que aqueles das comédias românticas, elas queriam algo agressivo, que tratasse da relação sexual de maneira verdadeira, que mostrasse para o mundo que as mulheres podiam sim fazer sexo com quem bem entendessem. E tem algo que combine mais que sexo e cidade? Não!

Óbvio que uma série tão bem produzida não poderia ter outro resultado: Sucesso. Muito sucesso! Não é somente a forma como as personagens lidam com o sexo que faz da série um marco, e sim, como as personagens lidam com aquilo que elas são: mulheres. Mulheres retratadas de uma forma nova, crua, sexual. Não indecente. Há uma enorme diferença entre as vagabundas e as quatro amigas de Sex and the City.

Baseada no livro de mesmo nome, da autora Candace Bushnell. Carrie, Charlotte, Samantha e Miranda são as melhores amigas que todo mundo deseja ter. Elas são diferentes, cada uma tem sua qualidade e seu defeito. Eu sou fã da Charlotte, minha mãe da Samantha, minha amiga da Carrie… e por aí vai.

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Magya – Angie Sage

Magya é um livro que eu comprei pela capa, admito. Vai dizer que não é linda?

É o primeiro da série Septimus Heap de até agora 5 livros. Faz bastante tempo que o li e apesar de não ter ido para a minha lista de favoritos, vi que valia a pena falar sobre ele.

Sinopse: Sétimo filho do sétimo filho de uma família para lá de especial, Septimus Heap desaparece no dia de seu nascimento e é declarado morto pela parteira. Na mesma noite, seu pai, o Mago Silas Heap, encontra uma recém-nascida abandonada. Os Heap, então, adotam a menina e dão a ela o nome de Jenna. Dez anos mais tarde, a verdade sobre aquela noite e a origem de Jenna vêm à tona e a garota sofre uma tentativa de assassinato, obrigando a família Heap a fugir. Além disso, a Maga Extraordinária é destituída de seu cargo e uma nova ordem é instaurada no Castelo. Muitas mudanças à vista e, ao que tudo indica, a confusão tem relação com ninguém menos que Septimus, até então um simples sentinela.

Sinopse completa aqui. Visite o site (mega fofo!) da série: http://www.septimusheap.com.br/

É um livro com público alvo infantil e assim como quase todos do gênero, também é uma leitura agradável para jovens. A narrativa de Angie Sage pode ser meio cansativa as vezes, mas ela acerta nos principais momentos e torna a história melhor do que parece. Alguns personagens são bem construídos, outros deixam a desejar e por mais que a premissa lembre Harry Potter, não há muitas semelhanças, principalmente no tipo de “magya” que os magos do livro usam.

Minha nota para o livro é 3 estrelas!

Faltaram certas coisas na trama, talvez por ser apenas o 1° livro da série. Aqui no Brasil a Rocco já lançou o 2° e 3° (ambos com capas lindas):

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